Nova publicação da HiJiffy identifica e responde ao próximo desafio da IA na hotelaria: não é convencer os hotéis a comprar uma ferramenta, é levar as suas equipas a apropriarem-se da mesma.
A HiJiffy, Plataforma de Comunicação para Hotelaria alimentada por IA, lançou hoje o whitepaper From Imposed to Owned: The Guide to Hotel AI That Sticks, que defende que o ceticismo crescente do setor em relação à IA não é uma rejeição da tecnologia em si, mas da forma como esta tem sido vendida, implementada e gerida.
Quando a HiJiffy inquiriu hoteleiros para o seu whitepaper de 2025, 86% afirmaram que a automação com IA já os tinha ajudado a poupar tempo em tarefas repetitivas e rotineiras. O que mudou, defende a HiJiffy, foi a sua paciência para o entusiasmo inicial. Após anos de discursos de fornecedores, lançamentos de produtos e intervenções em conferências, a questão já não é saber se os hotéis devem usar IA, mas se a IA que já têm entrega esse valor de forma consistente, em toda a equipa.
«Já não precisamos de convencer os hotéis de que a IA tem lugar no ecossistema tecnológico hoteleiro», afirmou Tiago Araújo, CEO and Co-founder da HiJiffy. «Esse debate terminou. O desafio agora é fazer com que a IA que já compraram conquiste o seu lugar. Muitas vezes, isso ainda não acontece, não porque a tecnologia tenha falhado, mas porque ninguém geriu a adoção.»
O whitepaper defende que a IA na hotelaria atingiu um ponto de viragem: o problema mais difícil deixou de ser a aquisição e passou a ser a adoção. Com base em padrões recorrentes observados pela equipa de Customer Experience da HiJiffy junto dos seus clientes hoteleiros, o relatório identifica cinco razões pelas quais a implementação de IA estagna, nenhuma delas essencialmente técnica. Estas vão desde a falta de responsabilidade clara e formação insuficiente até à incapacidade de redefinir os fluxos de trabalho assim que a IA começa a poupar tempo às equipas.
Para ajudar os hotéis a avaliar o seu próprio progresso, o whitepaper apresenta o Modelo de Maturidade de Adoção de IA na Hotelaria, um modelo de quatro níveis: Imposta, Tolerada, Adotada e Apropriada. Em vez de classificar uma propriedade inteira como «madura em IA» ou não, o modelo avalia a adoção ferramenta a ferramenta, reconhecendo que o mesmo hotel pode adotar plenamente uma solução de IA e, ao mesmo tempo, resistir a outra.
A análise da HiJiffy concluiu que menos de um em cada dez casos de clientes analisados pela sua equipa de Customer Experience permanecia no nível de maturidade mais baixo, Imposta. Cerca de 20% tinham atingido o nível Apropriada, o mais elevado, no qual os colaboradores propõem ativamente novos casos de uso para a IA e o fornecedor de tecnologia é tratado como um parceiro estratégico, e não apenas como fornecedor.
«A adoção não acontece quando um contrato é assinado ou uma conta é criada», afirmou Tiago Araújo. «Acontece quando uma equipa compreende porque é que uma ferramenta é importante, aprende a utilizá-la bem e, por fim, começa a encontrar formas melhores de a utilizar por conta própria. Esse é um desafio de liderança, não de aquisição.»
From Imposed to Owned: The Guide to Hotel AI That Sticks está disponível em hijiffy.com/hotel-ai-adoption-white-paper
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